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sábado, 17 de março de 2012

Pedro Gomes foi um dos vencedores do “Faces of Design” 2012

Pedro Gomes foi o vencedor português dos prémios internacionais Faces of Design 2012. Ao P3, o designer falou do prémio, da paixão pelo design e dos seus planos para o futuro.

Pedro Gomes juntou-se à lista dos designers portugueses distinguidos a nível internacional. O jovem, de 27 anos, concorreu ao prémio Faces of Design 2012 e ganhou, não só o prémio, que partilha com outros 23 designers de todo o mundo, mas também uma menção especial pelo seu trabalho, atribuída, também, a outros três candidatos.

Foi a primeira vez que concorreu. A razão pela qual o fez? “A cultura dos prémios de design tem vindo a crescer e dá aos designers uma maior visibilidade e credibilidade”, explicou. Para além disso, o formato “peculiar” destes prémios que “destacam designers emergentes a nível mundial, baseando-se no portfólio do designer e não num produto só, como a maioria dos prémios de design”, foi mais um aspecto que levou Pedro a concorrer.

O prémio final também é bastante apelativo. Os perfis profissionais dos vencedores são compilados numa edição impressa de luxo que é enviada a mais de 1500 decisores na área do design. “Este tipo de participações são um passo essencial para projectar o meu trabalho a nível internacional e dá-lo a conhecer a mais empresas”, explicou o designer.

Mas para além do prémio final, o designer ainda recebeu uma distinção dentro dos vendedores. “Fiquei ainda mais entusiasmado ao saber que recebi uma menção adicional que destaca o meu trabalho”, confessa Pedro. O jovem, que se revela um apaixonado pelo design, diz que depois desta vitória já tem em mente novos projectos. A criação de um atelier em parceria com o designer Daniel Pera, a conquista dos mercados emergentes como China, Angola e Brasil e, claro, novos prémios.

Designers portugueses valorizados no estrangeiro? Também, mas não só! O designer considera ainda que a principal diferença entre Portugal e o estrangeiro não é a diferente valorização dos designers, mas sim do Design. No entanto, a tendência está a mudar. “Num contexto de crise as empresas e indústrias têm vindo a aperceber-se que o Design é um elemento imprescindível”, comenta.
 
“Tenho uma enorme confiança e crença de que a crise será um motor de mudança”. O jovem acrescenta: “quero fazer parte deste motor e fico muito entusiasmado com o crescente contacto e colaboração com empresas nacionais”. O jovem designer está convicto de que a aposta no mercado nacional é imprescindível.

in p3.publico - 16/03/2012

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