A organização dos Jogos Olímpicos de Londres quer recrutar cerca de 6.000 pessoas dos 27 estados-membros, incluindo Portugal, até Março. Qualquer pessoa pode candidatar-se, mesmo que não tenha experiência profissional.
Os interessados poderão trabalhar em áreas como restauração, hotelaria, limpeza, segurança, entre outros.
Alice Brandão, diretora de serviços de colocação do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), revela que, apesar de ser uma oportunidade de trabalho de curto prazo (entre duas a três semanas), poderá facilitar a entrada no mercado de trabalho.
Os salários dependerão do perfil e/ou função a desempenhar, sendo o mínimo de 6,01 libras por hora, isto é, cerca de sete euros.
Apesar do alojamento em Londres não ser assegurado, as entidades envolvidas disponibilizarão informação sobre locais recomendados para a estadia.
O IEFP é o parceiro português do serviço público de emprego inglês na divulgação de informações relativas ao recrutamento de possíveis interessados em Portugal.
Candidaturas até ao final do mês
Os interessados em trabalhar no maior evento do ano poderão candidatar-se nas várias ofertas disponíveis até ao final deste mês, através do IEFP ou através do site do evento. Os cerca de 2500 empregadores darão início ao recrutamento já no próximo mês.
Os candidatos serão escolhidos, com base no domínio da língua inglesa, espírito de trabalho em equipa e vontade de trabalhar num ambiente multicultural, para além da "excelente capacidade de comunicação, simpatia e empatia, que são características muito importantes para quem está no atendimento ao público, pontualidade, assiduidade, apresentação cuidada, flexibilidade e resistência ao stress", afirmou Alice Brandão à LUSA.
"Queremos conquistar estas entidades com bons profissionais, para implementar uma boa imagem do país para, no futuro também, quando precisem de recrutar pessoas fora do Reino Unido se lembrem dos portugueses", disse a responsável do IEFP.
O evento tem data marcada para 27 de Julho a 12 de agosto de 2012, seguidos pelos Jogos Para-Olímpicos, que decorrerão entre 29 de agosto e 9 de Setembro.
Clique AQUI para ler as condições do recrutamento no IEFP e AQUI para aceder ao site oficial do evento.
in BoasNoticias - 13/02/2012
Portuguesas têm apenas 29 minutos livres por dia. E preferem passá-los com... os filhos.
São as que menos tempo livre têm e das que mais trabalham. Mas os filhos reconhecem que mãe só há mesmo uma e, talvez por isso, as portuguesas são também as que mais agradecimento recebem por parte da prole. Os dados são do estudo ‘The Changing Face of Motherhood’ ('A Nova Face da Maternidade’), a que o Destak teve acesso, realizado pela Procter & Gamble (P&G), que assinala o nascimento da “mãe gestora”.
Não deixou de ser esposa e muito menos de exercer o papel que lhe foi conferido pela maternidade, mas segundo o inquérito, realizado em Novembro junto de dez mil europeias de 13 países, 509 das quais portuguesas, as mulheres assumiram uma nova postura, a de gestoras. E a culpa é da crise, que as força, além de tudo o resto, a fazer cada vez mais contas à vida.
Meia hora de tempo livre
Trabalham fora e dentro de casa. De resto, para uma mãe há sempre o que fazer. Ainda assim, revela o estudo, em média as progenitoras têm 48 minutos de tempo livre diários, o mesmo é dizer, sem obrigações relacionadas com o trabalho remunerado, como cuidado dos filhos ou com as tarefas domésticas. Tempo que, no que diz respeito às portuguesas, é ainda inferior: 29 minutos.
Mas, sem surpresas para quem é mãe, é com os filhos que elas o preferem passar. Na verdade, apenas uma em cada seis mães inquiridas admitiu gastar o tempo consigo própria.
Das que mais trabalham
Entre os 27 países da União Europeia, Portugal tem uma das maiores taxas de participação feminina na força de trabalho. Por cá, segundo os dados da P&G, 77% das mães trabalham a tempo inteiro fora de casa, uma larga maioria face às 10% que laboram parcialmente e as 14% que não têm trabalho remunerado.
Uma vida árdua, que não passa sem o devido agradecimento. Segundo os dados do estudo, quando se trata de gratidão, as mães portuguesas são mesmo as mais privilegiadas. Uma vez a cada 7,5 dias, os filhos presenteiam-nas com um obrigado, afecto que muitas recebem todos os dias (37%). E porque um gesto vale mesmo mais que mil palavras, não admira que o abraço seja a forma escolhida pela maioria das mães lusas (71%) como forma de agradecimento. A estas juntam-se 13% que preferem um ‘obrigado’, enquanto apenas 3% assumem escolher a distância da prole, em forma de férias ou intervalo.
in Destak - 06/02/2012



















